SHIFT 2026: Fernando de Mello Franco lidera debate sobre paisagem e território

Imagem conceitual gerada por IA, não representa o projeto real

Arquitetura

SHIFT 2026: Fernando de Mello Franco lidera debate sobre paisagem e território

Fernando de Mello Franco lidera o SHIFT 2026, discutindo como o design da paisagem pode recompor territórios e enfrentar desafios socioecológicos globais.

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A paisagem como ferramenta de transformação

A quarta edição do SHIFT – Seminário Internacional de Arquitetura e Sustentabilidade, que ocorrerá nos dias 16 e 17 de outubro em Matosinhos, Portugal, promete ser um divisor de águas no debate sobre o futuro das cidades. Sob a curadoria do renomado arquiteto e urbanista brasileiro Fernando de Mello Franco, o evento propõe uma reflexão profunda sobre o tema 'Continuidades — Recomposição socioecológica através do desenho da paisagem'.

Um olhar sobre a recomposição territorial

O coração do evento reside na premissa de que a paisagem não é apenas um pano de fundo estético para a arquitetura, mas um instrumento ativo de recomposição de territórios. Em um cenário global marcado por crises climáticas e desigualdades sociais, a proposta de Mello Franco desafia arquitetos e urbanistas a repensarem suas intervenções. A questão central que norteia os debates é clara: como o design pode, efetivamente, contribuir para a regeneração de ecossistemas humanos e naturais?

Diálogo entre design e sustentabilidade

O SHIFT 2026 não se limita a discussões teóricas. O encontro reunirá especialistas de diversas nacionalidades para analisar projetos que integram infraestrutura verde e planejamento urbano resiliente. A curadoria de Fernando de Mello Franco destaca a importância de enxergar o território como um organismo vivo, onde o fluxo de materiais, energia e biodiversidade deve ser considerado desde a concepção dos projetos.

Tecnologia e luz no design contemporâneo

Embora o foco seja o urbanismo e a paisagem, a tecnologia desempenha um papel fundamental nesse processo. A integração de sistemas inteligentes, incluindo o uso estratégico de iluminação LED em espaços públicos, é essencial para garantir a segurança e a habitabilidade desses novos territórios recompostos. A luz não apenas orienta o olhar na paisagem noturna, mas também serve como um dispositivo de baixo impacto ambiental, se projetada com eficiência luminotécnica de ponta, respeitando os ciclos biológicos e o conforto visual dos usuários.

  • Sustentabilidade: Integrar soluções passivas e ativas de energia.
  • Resiliência: Desenvolver infraestruturas capazes de absorver impactos climáticos.
  • Coesão Social: Criar espaços de convivência que promovam a integração urbana.

O evento, organizado pela Casa da Arquitetura, reafirma o compromisso com uma prática arquitetônica que vai além das fachadas. Ao promover um intercâmbio internacional de ideias, o SHIFT convida a classe profissional a atuar como mediadora na reconstrução de espaços que harmonizem desenvolvimento humano e equilíbrio ambiental.

O debate proposto pelo SHIFT 2026 reforça a importância de integrar o design da paisagem com soluções que respeitem o equilíbrio do território. Para arquitetos e urbanistas comprometidos com essa visão, a iluminação desempenha um papel fundamental na valorização dos espaços externos e na transição noturna dos ambientes. A Embras Iluminação, com sua produção própria em São Paulo desde 2012, oferece balizadores de jardim em alumínio com tecnologia LED, desenvolvidos para aliar durabilidade e eficiência energética em projetos paisagísticos. Ao integrar tais elementos, é possível recompor o diálogo entre a arquitetura e a natureza, garantindo que a intervenção humana seja sustentável e funcional em escala nacional.

Fonte Original: https://www.archdaily.com/1186893/shift-2026-fernando-de-mello-franco-proposes-viewing-the-landscape-as-an-instrument-for-the-socio-ecological-recomposition-of-territories